segunda-feira, 18 de julho de 2011

Até onde as linhas do infinito se interseptam


Se me arranjasses uma igreja, casava-me já...

Não consigo transmitir-te aquilo que realmente vai dentro de mim, é algo que não se explica, é aquele amor sem conceito , que não pede justificação , que não guarda recado , é aquele que faz os meus dias , que alcança o mais profundo do meu coração , que chega ao mais pequeno promenor e que , não sai! Conquistas-me todos os dias.

Tu amas e eu amo. Ambos amamos. Mas tu amas da tua maneira e eu da minha. Contudo, amamos. O amor é assim. O amor é incompreensível.


Sim, porque somos únicos e os sentimentos são estados voltados para o nosso interior, são privados, são as experiências subjectivas dos afectos e emoções! Mas eu amo-te, e o facto de dizer que te amo muito não significa que saibas a maneira como te amo. Sabes apenas que te amo, muito.


Exacto. Mas não sei o que significa o teu muito. Para mim, muito, na Linguagem do Amor, a Linguagem Universal, é tudo. Tudo. E isso leva-me a crer que nunca saberei se me amas muito como eu ou de outra forma, sabe-lo-ei apenas quando acontecer algo que seja necessário dares tudo. O meu tudo.

Porque nem tudo o que existe é quantificável. O amor é um exemplo disso. Tu não consegues quantificar o amor.

Consigo. O amor é aquilo que te faz vibrar a alma. O infinito é tudo o que te cabe na alma. E a alma é tudo o que te faz viver.

Sem palavras...

Tu exprimes o amor até através de um acenar de adeus...

Lá está o que te disse há uns dias... O amor são pequenos gestos, não são palavras.
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