sexta-feira, 30 de março de 2012

Quando escrevo sou assim, um louco viciado. Escrevo quase de olhos fechados, deixo até palavras sem a última letr para não me perder no tempo do raciocínio. Escrevo sem a última letra mas nunca me esqueço da pontuação. Lá está, um louco viciado. Um louco viciado a tentar mostrar ênfase no que diz. Ênfase não, verdade. Verdade porque todo o louco tem ênfase. Tem ênfase mas falta de verdade…

Sou tão um grande louco viciado que no dia a seguir – já sóbrio de que no dia antigo a este não estava em mim – tenho de vir e ver o que escrevi. Esqueço, pura e simplesmente, o que escrevo como os loucos o que fazem. O que fazem não! Porque os loucos não esquecem o que fazem. Os loucos apenas não sabem bem o que fazem. Acho… Mas não importa, voltarei amanha…


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